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Archive for the ‘Brasil’ Category

Já tinha ouvido alguns comentários sobre o Butcher’s Market e fiquei com vontade de conhecê-lo. Instalado num pequeno galpão no Itaim Bibi, o local é inspirado nas hamburguerias americanas.

A fachada é simples e discreta. Se não estivesse procurando o número, talvez teria passado sem perceber. A parte interna também é rústica e tenta reproduzir o ambiente de restaurantes das áreas do Brooklyn e Meatpacking. Esta placa na porta apresenta a proposta do restaurante.

O chão é de cimento queimado, com iluminação baixa e muitos objetos vintage trazidos dos Estados Unidos. Para dar o clima de açougue (butcher’s market, em inglês), há ganchos pendurados no teto, facões e moedores de carne. Pinturas de peças de carne estão espalhadas pelas paredes, assim como o cardápio e sugestões escritas em giz. A cozinha é aberta e dá para vê-la do salão.

O cardápio não é extenso. O destaque são os hambúrgueres feitos com ingredientes produzidos pela própria casa. Fiquei tentado a provar o Pork Bun (pão chinês cozido no vapor, recheado com carne de porco, pepino agridoce, cebolinha e molho coreano à base de pasta de feijão), mas achei melhor deixar para comer este prato num restaurante chinês. Pedi de entrada a tradicional batata frita, que chegou a mesa fininha e crocante.

Na sequência a escolha foi o Mushroom Burger – hambúrguer de 180 g com cogumelos salteados, queijo mussarela (R$ 27), que veio no ponto certo e com a carne bem saborosa. Os champignons também estavam gostosos.

De sobremesa a pedida foi o Icecream Sandwich, um sanduíche com 2 cookies de chocolate (1 de chocolate e 1 tradicional) e recheio de sorvete Häagen-Dazs (R$ 17). A apresentação poderia ter uma apresentação mais bonita. Como o cookie estava um pouco duro, foi difícil comer sem “destruir” o doce.

Como cheguei cedo (logo que abriu), estava vazio e foi enchendo aos poucos. O atendimento foi bom, até divertido (a atendente havia decorado a descrição da sobremesa, e quando fiz uma pergunta, ela se perdeu. rs…).

Serviço
Butcher’s Market
R. Bandeira Paulista, 164 – Itaim Bibi
São Paulo – SP – Brasil
Tel: (011) 2367-1043

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Se você ainda não o visitou, provavelmente já ouviu falar dele, mesmo que você não seja de São Paulo. Um dos principais cartões postais da cidade, o Mercado Municipal de São Paulo está instalado num edifício em estilo neo-clássico, construído entre 1928 e 1933, pelo escritório do renomado arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo, sendo o desenho das fachadas de Felisberto Ranzini.

Em 2004 passou por uma grande reforma e tornou-se um dos mais visitados pontos turísticos da metrópole e uma referência em produtos alimentícios, muito procurado por gourmets e amantes da boa gastronomia que buscam boas compras e boa comida, além de produtos que dificilmente são encontrados em outros lugares e frutas fora da estação.

Mais conhecido como “Mercadão” ou “Mercado da Cantareira”, é um local fabuloso com belas clarabóias e vitrais do artista russo Conrado Sorgenicht Filho que mostram cenas da produção de alimentos no campo.

O edifício abriga 318 lojas que vendem carnes, vegetais, queijos, pimentas, peixe fresco e frutas de todos Brasil e também de outros países.

Os boxes espalhados pelas alamedas apresentam uma grande diversidade de cores e aromas, com diferentes produtos.

Os vendedores geralmente oferecem produtos para degustação. Aproveite para conhecer coisas novas.

O colorido das frutas merece destaque. Os comerciantes se empenham para arrumá-las e formar uma bela decoração.

Tentei visitar o Mercadão na parte da manhã, mas como estava muito cheio, desisti. Voltei no final da tarde, próximo do horário de fechamento e estava bastante tranquilo.

Na última reforma foi criado um mezanino onde estão alguns restaurantes e de onde é possível apreciar uma bela vista da movimentação do mercado.

Aproveite para comer por lá. As mesas são disputadas, por isso, se estiver acompanhado, é melhor procurarem uma mesa enquanto alguém faz o pedido.

O lanche mais famoso é o sanduíche de mortadela, e degustá-lo é quase obrigatório para quem visita o Mercadão. Provei o do Hocca Bar, que serviu bem 2 pessoas.

Tem também o pastel de bacalhau, super tradicional e que estava bem recheado.

O Mercadão fica próximo à Rua 25 de Março e ao Parque Dom Pedro, numa margem do Rio Tamanduateí. O estacionamento geralmente é lotado e opera pelo sistema de Zona Azul. A espera por uma vaga pode levar horas e acabar com a sua paciência e estragar o seu passeio. Os estacionamentos ao redor cobram em média R$20,00. O meio mais prático e fácil é o metrô. Você pode descer na estação São Bento, na linha azul, e caminhar pela Ladeira Porto Geral. O táxi também é uma boa opção.

Não é permitida a entrada de animais.

O Mercadão oferece visitas monitoradas que devem ser agendadas no site.

Serviço
Mercado Municipal de São Paulo
Rua da Cantareira 306 – Centro
Sao Paulo – SP – Brasil
(0xx)11 3313-3365
Entrada franca

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Depois de muito ouvir sobre a Festa de Nossa Senhora Achiropita, uma das festas mais tradicionais de São Paulo, resolvi ir ao bairro do Bixiga (Bela Vista), na região central da cidade para conhecer pessoalmente.

O evento é realizado anualmente em homenagem a santa padroeira do bairro, que começou com a chegada de imigrantes italianos. Esta é a 85ª edição, e conta com a participação de quase mil voluntários durante os 4 finais de semana de agosto e o 1º de setembro em que acontece a celebração, onde são esperados mais de 250 mil visitantes.

O grande atrativo da festa é a gastronomia. Trinta barracas instaladas nas ruas 13 de Maio, São Vicente e Dr. Luiz Barreto oferecem diversos pratos típicos italianos como fogazza, spaghetti, polenta, pizzas, calabresa, antepasti, fricazza,  sardela e penne para deliciar os visitantes.

Fui num domingo, por volta das 19h, e dava para andar tranquilamente pela festa. Talvez o frio tenha espantado as pessoas, pois a noite estava bem gelada. Sem dúvida alguma, quanto mais cedo você chegar, melhor, pois estará menos cheio.

As filas nas barracas são bastante organizadas. Você paga no caixa e recebe uma ficha para trocar pelo seu pedido, logo na sequencia, como num drive thru. As mais rápidas são aquelas que oferecem apenas 1 opção de prato, como a da fogazza, que mesmo com uma fila enorme, não demora muito.

Pela rua há algumas mesas altas que servem de apoio para você comer por lá mesmo.

Seguranças particulares e policiais militares estão circulando por todos os lados da festa e em plataformas elevadas que facilitam a observação do movimento para garantir a tranquilidade e segurança.

As caixas de som em alto volume tocam música italiana. No começo é legal, faz parte do clima da festa, mas depois de um tempo a repetição começou a me irritar (especialmente quando estava numa fila e a caixa de som estava bem em cima da minha cabeça). Pelo áudio eles também comunicam onde as filas estão mais vazias e a programação do dia.

Superado o desafio de querer provar todos os pratos salgados, era hora da sobremesa: diversos tipos de doces, como bolos, pudim, quindim e morangos com cobertura de chocolate.

Aos sábados, a festa tem início às 18h e término às 24h, e aos domingos a partir das 17h30 até às 22h30.

Além das barracas, há também uma cantina fechada dentro da paróquia com música italiana ao vivo (sábado das 20 às 24h / domingo das 19 às 23h) e capacidade para 800 pessoas.

O encerramento da festa acontecerá no dia 4 de setembro.

Se você for de carro, é mais fácil parar na Rua Rui Barbosa (entre a Conselheiro Carrão e Manuel Dutra). Os estacionamentos da região cobram R$ 20,00, e os “flanelinhas” na rua, R$10,00. A estação de metrô mais próxima é a São Joaquim, mas é uma longa caminhada (25 minutos – não recomendo). Se puder, utilize táxi.

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Um dos museus que mais gosto em São Paulo é a Pinacoteca do Estado, um dos mais antigos e importantes da cidade. Instalado no edifício em estilo neo-renascentista italiano projetado por Ramos de Azevedo e Domiciano Rossi no Jardim da Luz e construído para abrigar o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, foi inaugurado em 24 de dezembro de 1905, com um acervo de apenas 26 pinturas recebidas do Museu Paulista. O Liceu permaneceu no prédio até 1921.

Para conhecer um pouco mais da história da Pinacoteca, clique aqui.

Durante a minha época de colegial fui diversas vezes ao local, que ficava próximo a escola onde eu estudava. Tinha uma professora de artes que era fã do Ramos de Azevedo e Victor Brecheret e sempre falava sobre os dois. A Pinacoteca é um lugar onde eles estão juntos.

Lembro das filas intermináveis que se formaram na exposição de Auguste Rodin, sucesso de público, uma grande transformação do museu, entrando no circuito internacional de exposições.

Hoje a Pinacoteca possui uma significativa coleção de arte brasileira do século XIX e XX, com um acervo de mais de 8 mil obras, nas mais diversas técnicas e de diferentes autores.

A escultura “Musa Impassível”, de Victor Brecheret está exposta no pátio interno.

Alguns ícones modernistas brasileiros fazem parte do acervo da instituição, como o quadro “Vendedora de Frutas”, de Anita Malfatti.

“Bananal” do lituano Lasar Segall, que desempenhou papel determinante na consolidação do Modernismo no Brasil.

E o quadro Emigrantes III, do mesmo artista.

“O Mestiço”, de Cândido Portinari, também faz parte do acervo.

“Caipira picando fumo”, de Almeida Júnior.

“São Paulo 1924”, de Tarsila do Amaral.

“Composição”, do Alfredo Volpi.

Estes são apenas alguns exemplares do riquíssimo acervo da Pinacoteca, que também inclui Tomie OhtakeManabu Mabe.

O museu fica na Av. Tirandentes e sua entrada é pela lateral, em frente a estação Sorocabana e o Museu da Língua Portuguesa. O edifício da Pinacoteca, tombado pelo CONDEPHAAT em 1982.

Atualmente a Pinacoteca está passando por uma grande reforma no segundo andar, onde ficou em cartaz de 1998 a 2010 a exposição de longa duração, ocupando 17 salas e espaços expositivos. A partir de outubro de 2011 a nova coleção de longa duração estará aberta para os visitantes.

A forma mais fácil de chegar a Pinacoteca é de metrô ou trem (estação Luz). Você também pode ir de ônibus (procure um que passe pela av. Tiradentes) ou de carro (há um pequeno estacionamento gratuito, mas é pequeno e difícil de encontrar vaga. A rua é dominada pelos “flanelinhas”).

Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 02 – Luz – Tel. 11 3324-1000
São Paulo – SP – Brasil
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h
Ingresso combinado (Pinacoteca e Estação Pinacoteca): R$ 6,00 e R$ 3,00
Grátis aos sábados.
Estudantes com carteirinha pagam meia entrada.
Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam.

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Sempre que posso, gosto de experimentar comidas diferentes. O escolhido desta vez foi o Portal da Coréia, no bairro da Liberdade, em São Paulo. Fazia muitos anos que não ia a um restaurante coreano e a lembrança que tinha da última vez era ter saído “defumado” do local. Na entrada há um grande portal de madeira e tambores que remetem a Coréia.

A casa oferece uma boa variedade de pratos da culinária coreana, e felizmente, o cardápio tem foto de cada um deles, o que ajuda bastante na hora de escolher. Estava me sentido um pouco fora do país, meus vizinhos de mesa só falavam coreano!

Escolhi o Bulgogui, um tipo de churrasco de finas tiras de carne com um tempero bem suave e que você mesmo prepara num fogareiro instalado no centro da mesa.

Este é o motivo de ficar “defumado” na maioria dos lugares, mas aqui eles resolveram este problema com a instalação de exaustores sobre as mesas. Cada mesa tem um, o que confere um visual diferente ao restaurante.

Este prato vem acompanhando de tofu (queijo de soja), kimchi (acelga em conserva apimentada), moyashi (broto de feijão), amêndoas, abobrinha e pedaços de um tipo de omelete (serve 2 pessoas).

Outro prato típico que provei foi o Bibimbap, um arroz com legumes e ovo cru que deve ser mexido com todos os ingredientes numa cumbuca de pedra bem quente, o que forma uma crosta crocante no fundo da tigela e cozinha o ovo. Os coreanos comem com um molho de pimenta bem forte, como a maioria dos pratos coreanos. Para os que não gostam de nada picante ou não podem comer pimenta, uma alternativa é utilizar molho de gergelim.

Acho que fiquei tão entretido com o preparativo do prato que esqueci de tirar uma foto dele.

O bulgogue fez sucesso e foi aprovado. Já o bibimbap não agradou a todos, mas recomendo prová-lo para ter a sua própria experiência. Foi divertido preparar os pratos.

Portal da Coréia
Rua da Glória, 729 – Liberdade – São Paulo – SP
Tel: (11) 3271-0924
Segunda a sábado das 12h às 14h30 e das 18h às 22h.

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Pezão em Indaiatuba, um bom restaurante no interior!

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A Arara Blu resolveu passar umas férias no Museu Nacional de Belas Artes! Já faz algum tempo, mas só agora chegou aqui no Por Todos os Lados.

Se você é criança vai adorar. Se você é adulto, vai esquecer deste “detalhe” e se divertir como nos velhos tempos. Eu já passei duas vezes por lá. 

Jorge na praia, em plena hora do almoço!!! Se divertiu!!!!!

Com dois monitores exibindo o filme RIO, um em cada canto da sala, é um convite para apreciar a animação. Crianças se sentam para assistir ao filme, mas claro que eu também procurei, discretamente, um cantinho para rever as aventuras da ararinha Blu.

Além disso podemos ver todo processo de criação dos personagens feito pela equipe do Carlos Saldanha e entender cada etapa e as técnicas que foram usadas para chegar ao resultado que se vê nas telas.

Acho impressionante ver essa Arara Azul espalhada por cartazes em Paris, ônibus em Londres, DVDs em Moscou, copos de fast food em Tóquio. Podem dizer que é o novo Zé Carioca, ou o que seja, mas o Rio de Janeiro tem um charme natural que, quando convertido para as telas – pelos olhos de um carioca, apaixonado (assim como a que vos escreve, não nego) – fica muito mais exuberante. E viva a ararinha azul!!!!

Blu passeando de ônibus "double-decker" em Londres. Essa Arara está Por Todos os Lados!

Devido ao sucesso de público, a exposição “Rio: a arte da animação” foi prorrogada até 11 de  setembro de 2011, conforme informações disponíveis na página oficial do museu.

 Museu Nacional de Belas Artes
Av. Rio Branco, 199 – Centro (Cinelândia)
Rio de Janeiro – RJ – Brasil
(21) 2219-8474 – Fax: (21) 2262-6067

Visitação:
Terça a sexta-feira das 10 às 18hs;
Sábados, domingos e feriados das 12 às 17 horas.
Ingressos: R$ 5,00 e meia: R$ 2,00. Grátis aos domingos. Venda de ingressos e entrada de visitantes até 30 min antes do fechamento do Museu.

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A primeira vez que eu ouvi falar desse ônibus foi na coluna DURANGO KID. Achei legal, prático, barato (em julho o Surf Bus custava R$ 10, ida e volta), mas parecia uma miragem. Não acreditava que ele existisse de verdade.

Às vezes eu até o encontrava perdido pelo trânsito da cidade, parado em um engarrafamento.

Sempre me causa uma certa comoção, como se eu estivesse vendo um duende (exagero, eu sei…)

Mas hoje, no meu caminho para o supermercado, deparei-me com ele, o SURFBUS majestoso, paradinho no seu ponto de partida, o Largo do Machado.

Não há como se enganar: ele sai bem da frente da saída do metro, na praça. Os horário de saída em direção a praia são 7h, 10h,13h e 16h. E o horário de saída do Mirante da Prainha, fazendo o percurso de volta ao Largo do Machado, são 8h30, 11h30, 14h30 e 17h30.

Para maior comodidade, o SurfBus pode ser contactado pelo telefone (21) 8515-2289.

O ônibus  tem capacidade para 30 pessoas sentadas e é adaptado para o transportes do aparato “técnico” dos passageiros, além de outras comodidades como uma TV LCD que passa vídeos de Surf,  sistema de som, frigobar e armários (isso está lá na página deles, visto que eu nunca usei o serviço).

O funcionamento do ônibus está bem explicadinho no site do SurfBus, clique aqui para ver roteiro e tudo mais.

Olha, se não fosse tãooooo loooonge eu até me animava só para poder usar o SurfBus, mas deixo isso para quem realmente quer pegar ondas.

E você , já usou? Funciona? É legal? Pontual? Conta aqui.

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