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Archive for the ‘Rio de Janeiro’ Category

A Arara Blu resolveu passar umas férias no Museu Nacional de Belas Artes! Já faz algum tempo, mas só agora chegou aqui no Por Todos os Lados.

Se você é criança vai adorar. Se você é adulto, vai esquecer deste “detalhe” e se divertir como nos velhos tempos. Eu já passei duas vezes por lá. 

Jorge na praia, em plena hora do almoço!!! Se divertiu!!!!!

Com dois monitores exibindo o filme RIO, um em cada canto da sala, é um convite para apreciar a animação. Crianças se sentam para assistir ao filme, mas claro que eu também procurei, discretamente, um cantinho para rever as aventuras da ararinha Blu.

Além disso podemos ver todo processo de criação dos personagens feito pela equipe do Carlos Saldanha e entender cada etapa e as técnicas que foram usadas para chegar ao resultado que se vê nas telas.

Acho impressionante ver essa Arara Azul espalhada por cartazes em Paris, ônibus em Londres, DVDs em Moscou, copos de fast food em Tóquio. Podem dizer que é o novo Zé Carioca, ou o que seja, mas o Rio de Janeiro tem um charme natural que, quando convertido para as telas – pelos olhos de um carioca, apaixonado (assim como a que vos escreve, não nego) – fica muito mais exuberante. E viva a ararinha azul!!!!

Blu passeando de ônibus "double-decker" em Londres. Essa Arara está Por Todos os Lados!

Devido ao sucesso de público, a exposição “Rio: a arte da animação” foi prorrogada até 11 de  setembro de 2011, conforme informações disponíveis na página oficial do museu.

 Museu Nacional de Belas Artes
Av. Rio Branco, 199 – Centro (Cinelândia)
Rio de Janeiro – RJ – Brasil
(21) 2219-8474 – Fax: (21) 2262-6067

Visitação:
Terça a sexta-feira das 10 às 18hs;
Sábados, domingos e feriados das 12 às 17 horas.
Ingressos: R$ 5,00 e meia: R$ 2,00. Grátis aos domingos. Venda de ingressos e entrada de visitantes até 30 min antes do fechamento do Museu.

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A primeira vez que eu ouvi falar desse ônibus foi na coluna DURANGO KID. Achei legal, prático, barato (em julho o Surf Bus custava R$ 10, ida e volta), mas parecia uma miragem. Não acreditava que ele existisse de verdade.

Às vezes eu até o encontrava perdido pelo trânsito da cidade, parado em um engarrafamento.

Sempre me causa uma certa comoção, como se eu estivesse vendo um duende (exagero, eu sei…)

Mas hoje, no meu caminho para o supermercado, deparei-me com ele, o SURFBUS majestoso, paradinho no seu ponto de partida, o Largo do Machado.

Não há como se enganar: ele sai bem da frente da saída do metro, na praça. Os horário de saída em direção a praia são 7h, 10h,13h e 16h. E o horário de saída do Mirante da Prainha, fazendo o percurso de volta ao Largo do Machado, são 8h30, 11h30, 14h30 e 17h30.

Para maior comodidade, o SurfBus pode ser contactado pelo telefone (21) 8515-2289.

O ônibus  tem capacidade para 30 pessoas sentadas e é adaptado para o transportes do aparato “técnico” dos passageiros, além de outras comodidades como uma TV LCD que passa vídeos de Surf,  sistema de som, frigobar e armários (isso está lá na página deles, visto que eu nunca usei o serviço).

O funcionamento do ônibus está bem explicadinho no site do SurfBus, clique aqui para ver roteiro e tudo mais.

Olha, se não fosse tãooooo loooonge eu até me animava só para poder usar o SurfBus, mas deixo isso para quem realmente quer pegar ondas.

E você , já usou? Funciona? É legal? Pontual? Conta aqui.

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Cuidado: Esta exposição pode causar dependência – em música da melhor qualidade! 

Temos o imenso prazer de trazer Miles Davis ao Por Todos os Lados!

Esta exposição QUEREMOS MILES, foi apresentada em 2009 na Cidade da Música do Parque de la Villette, em Paris e o CCBB (muito obrigado!!!) nos presenteia com um deslumbrante passeio pela vida e obra deste gênio do Jazz, que é retratada com fotos, canções e depoimentos de parentes, videos de apresentações com os amigos, como Herbie Hancock, Coltrane,  “Bird”.

A exposição traz ambientes nos quais você , literalmente, pode sentar e, simplesmente , ver ou só  escutar a banda tocar.

Mais informações aqui no site da Rollings Stones, mas eu acho que você já está com vontade de ir lá. Não reprima esse desejo, não vai se arrepender! Já vejo seu pezinho balançando ao ritmo do bebop.

Eu já estou completamente “viciada” e já arrumo desculpas para passar pelo CCBB e dar uma entradinha na exposição, que oficialmente já visitei duas vezes.

A primeira foi com o super futuro estagiário do blog/músico/modelo de teste e sobrinho,

e a outra foi com o nosso amigo/viajante/músico (que também já está viciado na exposição e foi um monte de vezes!!)

Foto gentilmente cedido por Sujit S

Foto gentilmente cedida por Sujit S

O legal é ver o quanto todos os dois querem ficar perto do Miles, mesmo na foto! Isso é para conseguir pegar alguma coisa tenho certeza! =)

Portanto, se você está precisando de inspiração pro seu dia, pra sua vida, pra qualquer coisa,ou somente ouvir uma música de ótima qualidade, sei lá… passa no CCBB pra “escutar” a exposicao do Miles! Trilha Sonora pra um dia mais agradável!

Duvido que você não se contagie.

A mostra acontece de 1 de agosto a 28 de setembro e é gratuita.

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Rio de Janeiro – RJ – Brasil
Tel.: (21) 3808-2020
Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 21h.

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Fundado em 13 de junho de 1808 por Dom João, Príncipe Regente na época, como um jardim de aclimação de plantas exóticas de outros países, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro possui cerca de 6.800 árvores em seus 137 hectares, sendo 55 abertos à visitação pública.

Pela sua importância histórica e científica, o Jardim Botânico foi tombado em 1937 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em 1992 foi definido pela UNESCO como Reserva da Biosfera, e, em 1999, como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Hoje é uma das principais atrações turísticas do país.

Aproveite para fazer uma tranquila caminhada por todos os lados. A visão da alameda de Palmeiras Imperiais logo na entrada é espetacular! São árvores imensas e que foram testemunha de muitas mudanças nestes mais de 200 anos desde a fundação deste local maravilhoso.

O Chafariz das Musas, fabricado na Inglaterra, possui várias alegorias que representam a música, a poesia, a ciência e a arte.

Deste ponto dá para ver o Cristo Redentor, no alto do Morro do Corcovado. Dom Pedro I e D. Pedro II visitavam frequentemente o Jardim Botânico.

Frei Leandro, que foi diretor do Jardim de 1824 a 1829, dá nome ao lago artificial, também conhecido como Lago da vitória-régia.

Alguns edifícios históricos estão espalhados pelo jardim, como o Museu-sítio arqueológico Casa dos Pilões. Em outra parte do Parque está a Antiga Fábrica de Pólvora, a outrora sede do Engenho de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa.

Uma das grandes histórias do Jardim Botânico é o carinho que o compositor Tom Jobim tinha pelo parque.

“Meu querido Jardim Botânico
De transcendental meditação
Quanta vez experimentei o pé
Na areia grossa de tuas quietas alamedas
De manhãzinha, cedo, o tempo enfarruscado
Manhã noiteira, ao longo dos riachos”

Tom Jobim, em manuscrito publicado no livro
Meu Querido Jardim Botânico, Jobim Music, 2005

Essa relação era tão intensa que o Maestro dá nome a um espaço dedicado às Artes no Parque, o Espaço Tom Jobim. Confira na página os espetáculos que estão sempre apresentados e divirta-se, de dia ou de noite!

Ao final da Aléia  Alberto Löefgren está o Orquidário, que tem flores belíssimas. O espaço não é muito grande, mas é possível apreciar cada flor ali exposta.

São orquídeas de todas as cores

… e com formatos distintos, tamanhos diferentes.

Impressionante a beleza produzida pela natureza.

Algumas espécies são muito especiais.

Mas o Roseiral também é lindo, quando florido.

Quando bater uma fome, aproveite o Café Botânica, dentro do parque, que oferece lanchinhos rápidos.

Serviço
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Rua Jardim Botânico, 1008  – Jardim Botânico
Rio de Janeiro – RJ – Brasil
Tel.: (21) 3874-1808
Horário de funcionamento: de 8h às 17h – diariamente
Ingresso: R$ 6,00. Crianças até 7 anos e adultos acima de 60 anos de idade não pagam.

 

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A próxima parada: a estação de Cosme Velho para o embarque no trem que sobe o morro do Corcovado.

O trânsito estava congestionado na região, e logo que descemos do táxi fomos abordados por aquelas pessoas oferecendo o serviço de vans, uma alternativa ao trem, que conforme informavam, só tinha bilhete para às 18h. Ficamos assustados pela abordagem ostensiva e intimidadora, como se estivéssemos fazendo algo ilegal em querer subir de trem. Agradecemos a oferta e prosseguimos para a bilheteria. Nesta pequena caminhada ainda fomos abordados mais algumas vezes por funcionários da mesma empresa com seus papéis de propaganda nas mãos e olhares incisivos.

Quando conseguimos chegar perto da bilheteria, vimos que a fila estava imensa! Perguntamos a uma funcionária que estava auxiliando na organização da fila para qual horário eles estavam vendendo o bilhete e ela confirmou que era para 18h. Ficamos decepcionados com esta surpresa. O horário seria muito tarde e estragaria a programação do restante do dia. Desistimos de subir de trem.

Talvez por causa do Projeto Carioquinha tenha ocorrido esta grande procura ao famoso passeio (o valor normal é R$36,00. Com o desconto de 50% do Carioquinha, fica apenas R$18,00).

Havíamos tentado comprar os bilhetes pela internet, mas o site estava fora do ar. Depois soubemos (porque ligamos no dia seguinte) que foi devido a grande procura e sobrecarga do sistema, este tinha sido desativado. Com essa confusão toda, ficamos imaginando como será para subir ao Cristo nos próximos anos, que o Rio receberá cada vez mais turistas. A compra on line ajudava muito na hora de programar o horário da visita.

Demos uma volta no local. O teto da sala de embarque, que fica depois da bilheteria, tem bandeiras de vários países e um painel indica o horário do próximo trem. Tem um pequeno café também.

A estrada de ferro do percurso surgiu na época de D. Pedro I, que ficou deslumbrado com a vista lá do alto e ordenou a construção do trajeto.

Os trens utilizados hoje em dia são elétricos e têm capacidade para transportar 124 passageiros. Para percorrer a distância, gastam na subida, 17 minutos, a uma velocidade de 15 km/h e, na descida, 22 minutos, a 12 km/h.

O morro do Corcovado está a 710 m acima do nível do mar e oferece uma vista panorâmica de 360º da cidade maravilhosa.

O Cristo Redentor, um dos símbolos da cidade, foi inaugurado em 12 de outubro de 1931 e fica no topo do Corcovado. Ele foi eleito uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno, numa votação entre 21 monumentos espalhados pelo planeta.

Para a estrutura foi usado cimento armado e para o revestimento foi escolhido pedra-sabão, material muito resistente às variações climáticas.

Em 1973 o Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) tombou o conjunto paisagístico do monumento. E em 2005, foi a vez da escultura.

A vista lá do alto é magnífica, como a foto acima, da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Dá para apreciar o Pão de Açúcar, como nestas fotos de uma outra visita que fizemos.

E na página do Corcovado tem um banner que diz que as visitas após as 18h, durante a semana, nos meses de agosto, setembro e outubro vão ter desconto: R$18.

Clique aqui e confirme!

Serviço
Endereço: Parque Nacional da Tijuca
Acesso: Estrada de Ferro Corcovado – Rua Cosme Velho, 513
Os trens saem a cada meia hora – das 8h30min às 18h30min.
Tel: (21) 2285-2533

As informações dadas neste post podem sofrer alterações. Consultem antes com o Trem do Corcovado.

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Seguindo o passeio em direção aos Arcos da Lapa, caminhamos pela rua Joaquim Silva, que apesar de cedo, já tinha botecos abertos e alguns frequentadores em suas mesas.

O Aqueduto da Carioca, mais conhecido como Arcos da Lapa, foi construído no século XVIII para levar água do rio Carioca, no alto de Santa Teresa, para a população da cidade. Sua arquitetura em pedra e argamassa, em estilo romano, deve ter sido um desafio monumental na época de sua construção, antes da existência do concreto.

O aqueduto possui 270 metros e é formado por 2 arcadas com 42 arcos, com uma altura de 17,6 metros, e foi desativado no final do século XIX, quando as águas do rio Carioca se tornaram insuficientes para abastecer o aqueduto e novas fontes de água foram utilizadas. Hoje o trânsito local passa sub arcos.

Em 1896 os arcos foram adaptados para servir de ponte para o bondinho e transportar passageiros do bairro de Santa Teresa, no alto do morro, ao Largo da Carioca no centro da cidade.

Os bondes são elétricos e são os únicos ainda em uso no Rio de Janeiro.

O bairro da Lapa é uma das referências da vida norturna carioca. Na vizinhança também há antiquários, vários bares e casas de roda de samba, sempre muito animadas, nas ruas Lavradio, Mem de Sá e Riachuelo.

Durante o ano, alguns espetáculos de teatro, circo e concertos musicais são realizados na praça Cardeal Câmara. A Sala Cecília Meireles fica na região e é considerada a melhor casa de concertos de música de câmera do Rio.

Vale ressaltar que apesar das melhorias realizadas na região, ainda é necessário tomar os cuidados básicos com a segurança.  Resumindo: não dê bobeira, mas aproveite!

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O primeiro ponto de parada do domingo foram as escadas do Convento de Santa Teresa. A escada repleta de azulejos dá um toque colorido ao boêmio bairro da Lapa.

Jorge Selarón é um artista chileno nascido em Valparaíso e que mora no Rio.

O artista começou reunir em 1990 azulejos de todo o mundo (hoje tem aproximdamente 1.100 peças) e os colocou na escada que une Lapa à Santa Teresa. Ele está todos os dias limpando a escada de 215 degraus, cuidando das plantas num trabalho constante de renovação, e presenteando os turistas com as histórias  da origem dos azulejos. Incrível como ele consegue lembrar onde está um azulejo vindo de “tal lugar” e leva a pessoa até lá para que possa admirá-lo. Sempre tentando fazer o link da origem do turista com a origem do azulejo. Isso é muito bacana!

A figura de uma mulher grávida é marca registrada do artista.

Uma das cenas do episódio do seriado americano CSI Miami foi gravado lá. Você sabia que o Snoop Dog e U2 já passaram pelas famosas escadas da Lapa?

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