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Se você ainda não o visitou, provavelmente já ouviu falar dele, mesmo que você não seja de São Paulo. Um dos principais cartões postais da cidade, o Mercado Municipal de São Paulo está instalado num edifício em estilo neo-clássico, construído entre 1928 e 1933, pelo escritório do renomado arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo, sendo o desenho das fachadas de Felisberto Ranzini.

Em 2004 passou por uma grande reforma e tornou-se um dos mais visitados pontos turísticos da metrópole e uma referência em produtos alimentícios, muito procurado por gourmets e amantes da boa gastronomia que buscam boas compras e boa comida, além de produtos que dificilmente são encontrados em outros lugares e frutas fora da estação.

Mais conhecido como “Mercadão” ou “Mercado da Cantareira”, é um local fabuloso com belas clarabóias e vitrais do artista russo Conrado Sorgenicht Filho que mostram cenas da produção de alimentos no campo.

O edifício abriga 318 lojas que vendem carnes, vegetais, queijos, pimentas, peixe fresco e frutas de todos Brasil e também de outros países.

Os boxes espalhados pelas alamedas apresentam uma grande diversidade de cores e aromas, com diferentes produtos.

Os vendedores geralmente oferecem produtos para degustação. Aproveite para conhecer coisas novas.

O colorido das frutas merece destaque. Os comerciantes se empenham para arrumá-las e formar uma bela decoração.

Tentei visitar o Mercadão na parte da manhã, mas como estava muito cheio, desisti. Voltei no final da tarde, próximo do horário de fechamento e estava bastante tranquilo.

Na última reforma foi criado um mezanino onde estão alguns restaurantes e de onde é possível apreciar uma bela vista da movimentação do mercado.

Aproveite para comer por lá. As mesas são disputadas, por isso, se estiver acompanhado, é melhor procurarem uma mesa enquanto alguém faz o pedido.

O lanche mais famoso é o sanduíche de mortadela, e degustá-lo é quase obrigatório para quem visita o Mercadão. Provei o do Hocca Bar, que serviu bem 2 pessoas.

Tem também o pastel de bacalhau, super tradicional e que estava bem recheado.

O Mercadão fica próximo à Rua 25 de Março e ao Parque Dom Pedro, numa margem do Rio Tamanduateí. O estacionamento geralmente é lotado e opera pelo sistema de Zona Azul. A espera por uma vaga pode levar horas e acabar com a sua paciência e estragar o seu passeio. Os estacionamentos ao redor cobram em média R$20,00. O meio mais prático e fácil é o metrô. Você pode descer na estação São Bento, na linha azul, e caminhar pela Ladeira Porto Geral. O táxi também é uma boa opção.

Não é permitida a entrada de animais.

O Mercadão oferece visitas monitoradas que devem ser agendadas no site.

Serviço
Mercado Municipal de São Paulo
Rua da Cantareira 306 – Centro
Sao Paulo – SP – Brasil
(0xx)11 3313-3365
Entrada franca

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Um dos museus que mais gosto em São Paulo é a Pinacoteca do Estado, um dos mais antigos e importantes da cidade. Instalado no edifício em estilo neo-renascentista italiano projetado por Ramos de Azevedo e Domiciano Rossi no Jardim da Luz e construído para abrigar o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, foi inaugurado em 24 de dezembro de 1905, com um acervo de apenas 26 pinturas recebidas do Museu Paulista. O Liceu permaneceu no prédio até 1921.

Para conhecer um pouco mais da história da Pinacoteca, clique aqui.

Durante a minha época de colegial fui diversas vezes ao local, que ficava próximo a escola onde eu estudava. Tinha uma professora de artes que era fã do Ramos de Azevedo e Victor Brecheret e sempre falava sobre os dois. A Pinacoteca é um lugar onde eles estão juntos.

Lembro das filas intermináveis que se formaram na exposição de Auguste Rodin, sucesso de público, uma grande transformação do museu, entrando no circuito internacional de exposições.

Hoje a Pinacoteca possui uma significativa coleção de arte brasileira do século XIX e XX, com um acervo de mais de 8 mil obras, nas mais diversas técnicas e de diferentes autores.

A escultura “Musa Impassível”, de Victor Brecheret está exposta no pátio interno.

Alguns ícones modernistas brasileiros fazem parte do acervo da instituição, como o quadro “Vendedora de Frutas”, de Anita Malfatti.

“Bananal” do lituano Lasar Segall, que desempenhou papel determinante na consolidação do Modernismo no Brasil.

E o quadro Emigrantes III, do mesmo artista.

“O Mulato”, de Di Cavalcanti, também faz parte do acervo.

“Caipira picando fumo”, de Almeida Júnior.

“São Paulo 1924”, de Tarsila do Amaral.

“Composição”, do Alfredo Volpi.

Estes são apenas alguns exemplares do riquíssimo acervo da Pinacoteca, que também inclui Tomie OhtakeManabu Mabe.

O museu fica na Av. Tirandentes e sua entrada é pela lateral, em frente a estação Sorocabana e o Museu da Língua Portuguesa. O edifício da Pinacoteca, tombado pelo CONDEPHAAT em 1982.

Atualmente a Pinacoteca está passando por uma grande reforma no segundo andar, onde ficou em cartaz de 1998 a 2010 a exposição de longa duração, ocupando 17 salas e espaços expositivos. A partir de outubro de 2011 a nova coleção de longa duração estará aberta para os visitantes.

A forma mais fácil de chegar a Pinacoteca é de metrô ou trem (estação Luz). Você também pode ir de ônibus (procure um que passe pela av. Tiradentes) ou de carro (há um pequeno estacionamento gratuito, mas é pequeno e difícil de encontrar vaga. A rua é dominada pelos “flanelinhas”).

Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 02 – Luz – Tel. 11 3324-1000
São Paulo – SP – Brasil
Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h
Ingresso combinado (Pinacoteca e Estação Pinacoteca): R$ 6,00 e R$ 3,00
Grátis aos sábados.
Estudantes com carteirinha pagam meia entrada.
Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam.

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Você deve estar pensando: que fatalista!

Ou ainda: com dinheiro tudo fica fácil!

Esclarecendo: eu não vou falar de dinheiro exclusivamente. Vou falar de expectativa, perfil e de orçamento, ou seja, de dinheiro também.

Quando montamos um roteiro de viagem, temos milhões de expectativas, principalmente se viajamos pela primeira vez para aquele destino, ou se vamos acompanhados de alguém muito querido (namorado, avós, pais, filhos, etc), ou se estamos comemorando alguma data especial (lua de mel, formatura, ano sabático, primeira viagem do filho, etc). Tudo isso tem que ser levado em consideração sim. Cada uma dessas viagens é  diferente. Paris em Lua de Mel nunca será igual a Paris com as amigas de Ensino Médio. O hotel da Lua de Mel merece ser mais sofisticado do que o da viagem com as amigas, entende?

Noivos em Paris. Você acha que eles vão querer dividir dormitório com mochileiros???

Sigamos em Paris. Outra coisa é o seu perfil. Se você é antenado, por exemplo, e adora o Philippe Starck , iria adorar o Mama Shelter, mesmo sendo lá longe.

Agora  se você é mais tradicional, não sei se esse seria seu hotel. Melhor seria um Hyatt Regency Paris Madeleine, perto da Champs Elysées.

Agora imagina ter que organizar expectativa e perfil num triângulo com mais uma ponta: orçamento. Não é fácil. Mas é possível, quando você se conhece. Vou contar duas estorinhas pra vocês:

A primeira foi em 2005 e o Fabio estava no “grupo”. Tínhamos resolvido ir para Ilha do Mel e depois subiríamos para Curitiba de trem, desde Morretes. Isso nos pedia uma noite em Paranaguá (porque iríamos de manhã cedinho para Morretes).

Farol na Ilha do Mel

Nosso grupo era formado por 7 pessoas. Mas em Paranaguá, o hotel que EU havia selecionado pelo Viajar Bem e Barato, deu  problema. Chegamos na porta do hotel e, como eu sou SUPER nojenta, já olhei torto. Nossos 5 companheiros de viagem se sentaram porque sabiam que nós, Fabio e eu, resolveríamos o que tivesse de ser resolvido. Só me lembro que quando eu subi uma escada olhei pra dentro do quarto, que parecia um motel com espelhos, e disse: “não passo daqui da porta, imagina dormir nesse lugar”. Graças a todos os deuses protetores dos viajantes, não me lembro do nome do pulgueiro.

E lá fomos nós procurar outro lugar para dormir. Na mesma quadra deste hotel horroroso, tinha um Albergue bem jeitosinho e foi nele que ficamos aquela noite, sem maiores problemas. Salvou-se a pátria (e a viagem!)

Trem para Curitiba

A segunda estória  começa com a minha cara de “não é possível!” quando uma amiga me contou que quando estava mochilando pelo Leste Europeu, pelos anos 90, teve que passar todo o dia doente fora do quarto porque era política do albergue que os quartos ficassem vazios durante o dia.  De verdade, eu achei tudo isso um exagero, até o dia que aconteceu comigo. Não eu não fiquei doente. Mas fiquei em um hostel em Paris, em 2010, que tinha a política de hóspede fora de 10h30 às 16h. E no dia que eu, por casualidade ainda estava no quarto arrumando minha mala às 10h, descobri que para avisar do horário eles usavam um sinal que parecia sirene de escola (ou de prisão, sei lá). Um horror!

Desde então, sempre dou muito valor a minha “caminha” pós 10h30 ou  a privacidade do quarto se eu ficar doente (toc toc) quando estiver viajando, o que aliás, pode acontecer com qualquer um. E NUNCA , JAMAIS divido ou compartilho meu banheiro com estranhos. Se for para isso, eu fico na minha casinha. Todas as vezes que fiquei em albergues, optei por aqueles que tinham quartos duplos  privados com banheiro SÓ meu!! Ou seja, eu me conheço, sei fazer o meu triângulo (expectativa, perfil, orçamento).

Nessas minhas aventuras flashpackers – afinal eu cresci (e a internet ajuda que é uma beleza!!) – descobri um monte de rede de hotéis trendy como os ChicandBasic, que já fiquei em Madrid, Barcelona e Amsterdam; o Easyhotel, mega básico, mas ok; Room Mate, hotéis design na Espanha; Fresh, em Atenas; Gatrooms , em Lisboa, Barcelona, Paris e Berlim; o Circus, hotel green em Berlim.

Circus Hotel

Trip Advisor  sempre ajuda a julgar as novidades encontradas na internet, as considerações de outros viajantes é imprescindível. Eu uso o booking.com  sim e ainda estou criando coragem para usar o hotwire, site de reserva às cegas (você não sabe o nome do hotel até confirmar o pagamento). Tem uma série de sites confiáveis e blogs bacanas que vão ajudar nessa busca pelo hotel perfeito para você. E na pior das hipóteses, um Ibis e um Formula 1 sempre salvam o dia quando não se encontra nada melhor. São limpos e honestos.

É por tudo isso que sempre fico preocupada quando alguém, sem o menor perfil, me diz que vai ficar em albergue “pra economizar”! A primeira coisa que vem a minha cabeça é: essa viagem pode estar por um fio. Perfil não é uma questão de idade , mas uma questão de atitude e possibilidade. (Eu conheço “mochileiros” de 60 anos que rodam o mundo se divertindo e fazendo amigos, entretanto, também conheço alguns meninos de 20 anos que já são super Boa Vida  e gastam bastante pelo luxo, porque já podem.) Mas recomendar hotel é como falar mal de namorado de amiga,  a amizade pode terminar ali. Hotel cada um escolhe o seu. Podemos dar sugestões e acaba aí.

Quando comecei a escrever este post só queria dizer pense bem no que você espera e não deixe nada atrapalhar sua viagem. Às vezes o barato sai MUITO caro e você pode perder grandes momentos de uma grande cidade porque seu hotel era horrível (para você!).

Conheça que tipo de viajante é você antes de sair de casa. Pense no seu triângulo (expectativa, perfil, orçamento) e divirta-se.  Nem sempre precisa gastar muito!

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Cuidado: Esta exposição pode causar dependência – em música da melhor qualidade! 

Temos o imenso prazer de trazer Miles Davis ao Por Todos os Lados!

Esta exposição QUEREMOS MILES, foi apresentada em 2009 na Cidade da Música do Parque de la Villette, em Paris e o CCBB (muito obrigado!!!) nos presenteia com um deslumbrante passeio pela vida e obra deste gênio do Jazz, que é retratada com fotos, canções e depoimentos de parentes, videos de apresentações com os amigos, como Herbie Hancock, Coltrane,  “Bird”.

A exposição traz ambientes nos quais você , literalmente, pode sentar e, simplesmente , ver ou só  escutar a banda tocar.

Mais informações aqui no site da Rollings Stones, mas eu acho que você já está com vontade de ir lá. Não reprima esse desejo, não vai se arrepender! Já vejo seu pezinho balançando ao ritmo do bebop.

Eu já estou completamente “viciada” e já arrumo desculpas para passar pelo CCBB e dar uma entradinha na exposição, que oficialmente já visitei duas vezes.

A primeira foi com o super futuro estagiário do blog/músico/modelo de teste e sobrinho,

e a outra foi com o nosso amigo/viajante/músico (que também já está viciado na exposição e foi um monte de vezes!!)

Foto gentilmente cedido por Sujit S

Foto gentilmente cedida por Sujit S

O legal é ver o quanto todos os dois querem ficar perto do Miles, mesmo na foto! Isso é para conseguir pegar alguma coisa tenho certeza! =)

Portanto, se você está precisando de inspiração pro seu dia, pra sua vida, pra qualquer coisa,ou somente ouvir uma música de ótima qualidade, sei lá… passa no CCBB pra “escutar” a exposicao do Miles! Trilha Sonora pra um dia mais agradável!

Duvido que você não se contagie.

A mostra acontece de 1 de agosto a 28 de setembro e é gratuita.

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Rio de Janeiro – RJ – Brasil
Tel.: (21) 3808-2020
Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 21h.

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Fundado em 13 de junho de 1808 por Dom João, Príncipe Regente na época, como um jardim de aclimação de plantas exóticas de outros países, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro possui cerca de 6.800 árvores em seus 137 hectares, sendo 55 abertos à visitação pública.

Pela sua importância histórica e científica, o Jardim Botânico foi tombado em 1937 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em 1992 foi definido pela UNESCO como Reserva da Biosfera, e, em 1999, como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Hoje é uma das principais atrações turísticas do país.

Aproveite para fazer uma tranquila caminhada por todos os lados. A visão da alameda de Palmeiras Imperiais logo na entrada é espetacular! São árvores imensas e que foram testemunha de muitas mudanças nestes mais de 200 anos desde a fundação deste local maravilhoso.

O Chafariz das Musas, fabricado na Inglaterra, possui várias alegorias que representam a música, a poesia, a ciência e a arte.

Deste ponto dá para ver o Cristo Redentor, no alto do Morro do Corcovado. Dom Pedro I e D. Pedro II visitavam frequentemente o Jardim Botânico.

Frei Leandro, que foi diretor do Jardim de 1824 a 1829, dá nome ao lago artificial, também conhecido como Lago da vitória-régia.

Alguns edifícios históricos estão espalhados pelo jardim, como o Museu-sítio arqueológico Casa dos Pilões. Em outra parte do Parque está a Antiga Fábrica de Pólvora, a outrora sede do Engenho de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa.

Uma das grandes histórias do Jardim Botânico é o carinho que o compositor Tom Jobim tinha pelo parque.

“Meu querido Jardim Botânico
De transcendental meditação
Quanta vez experimentei o pé
Na areia grossa de tuas quietas alamedas
De manhãzinha, cedo, o tempo enfarruscado
Manhã noiteira, ao longo dos riachos”

Tom Jobim, em manuscrito publicado no livro
Meu Querido Jardim Botânico, Jobim Music, 2005

Essa relação era tão intensa que o Maestro dá nome a um espaço dedicado às Artes no Parque, o Espaço Tom Jobim. Confira na página os espetáculos que estão sempre apresentados e divirta-se, de dia ou de noite!

Ao final da Aléia  Alberto Löefgren está o Orquidário, que tem flores belíssimas. O espaço não é muito grande, mas é possível apreciar cada flor ali exposta.

São orquídeas de todas as cores

… e com formatos distintos, tamanhos diferentes.

Impressionante a beleza produzida pela natureza.

Algumas espécies são muito especiais.

Mas o Roseiral também é lindo, quando florido.

Quando bater uma fome, aproveite o Café Botânica, dentro do parque, que oferece lanchinhos rápidos.

Serviço
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Rua Jardim Botânico, 1008  – Jardim Botânico
Rio de Janeiro – RJ – Brasil
Tel.: (21) 3874-1808
Horário de funcionamento: de 8h às 17h – diariamente
Ingresso: R$ 6,00. Crianças até 7 anos e adultos acima de 60 anos de idade não pagam.

 

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A próxima parada: a estação de Cosme Velho para o embarque no trem que sobe o morro do Corcovado.

O trânsito estava congestionado na região, e logo que descemos do táxi fomos abordados por aquelas pessoas oferecendo o serviço de vans, uma alternativa ao trem, que conforme informavam, só tinha bilhete para às 18h. Ficamos assustados pela abordagem ostensiva e intimidadora, como se estivéssemos fazendo algo ilegal em querer subir de trem. Agradecemos a oferta e prosseguimos para a bilheteria. Nesta pequena caminhada ainda fomos abordados mais algumas vezes por funcionários da mesma empresa com seus papéis de propaganda nas mãos e olhares incisivos.

Quando conseguimos chegar perto da bilheteria, vimos que a fila estava imensa! Perguntamos a uma funcionária que estava auxiliando na organização da fila para qual horário eles estavam vendendo o bilhete e ela confirmou que era para 18h. Ficamos decepcionados com esta surpresa. O horário seria muito tarde e estragaria a programação do restante do dia. Desistimos de subir de trem.

Talvez por causa do Projeto Carioquinha tenha ocorrido esta grande procura ao famoso passeio (o valor normal é R$36,00. Com o desconto de 50% do Carioquinha, fica apenas R$18,00).

Havíamos tentado comprar os bilhetes pela internet, mas o site estava fora do ar. Depois soubemos (porque ligamos no dia seguinte) que foi devido a grande procura e sobrecarga do sistema, este tinha sido desativado. Com essa confusão toda, ficamos imaginando como será para subir ao Cristo nos próximos anos, que o Rio receberá cada vez mais turistas. A compra on line ajudava muito na hora de programar o horário da visita.

Demos uma volta no local. O teto da sala de embarque, que fica depois da bilheteria, tem bandeiras de vários países e um painel indica o horário do próximo trem. Tem um pequeno café também.

A estrada de ferro do percurso surgiu na época de D. Pedro I, que ficou deslumbrado com a vista lá do alto e ordenou a construção do trajeto.

Os trens utilizados hoje em dia são elétricos e têm capacidade para transportar 124 passageiros. Para percorrer a distância, gastam na subida, 17 minutos, a uma velocidade de 15 km/h e, na descida, 22 minutos, a 12 km/h.

O morro do Corcovado está a 710 m acima do nível do mar e oferece uma vista panorâmica de 360º da cidade maravilhosa.

O Cristo Redentor, um dos símbolos da cidade, foi inaugurado em 12 de outubro de 1931 e fica no topo do Corcovado. Ele foi eleito uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno, numa votação entre 21 monumentos espalhados pelo planeta.

Para a estrutura foi usado cimento armado e para o revestimento foi escolhido pedra-sabão, material muito resistente às variações climáticas.

Em 1973 o Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) tombou o conjunto paisagístico do monumento. E em 2005, foi a vez da escultura.

A vista lá do alto é magnífica, como a foto acima, da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Dá para apreciar o Pão de Açúcar, como nestas fotos de uma outra visita que fizemos.

E na página do Corcovado tem um banner que diz que as visitas após as 18h, durante a semana, nos meses de agosto, setembro e outubro vão ter desconto: R$18.

Clique aqui e confirme!

Serviço
Endereço: Parque Nacional da Tijuca
Acesso: Estrada de Ferro Corcovado – Rua Cosme Velho, 513
Os trens saem a cada meia hora – das 8h30min às 18h30min.
Tel: (21) 2285-2533

As informações dadas neste post podem sofrer alterações. Consultem antes com o Trem do Corcovado.

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Seguindo o passeio em direção aos Arcos da Lapa, caminhamos pela rua Joaquim Silva, que apesar de cedo, já tinha botecos abertos e alguns frequentadores em suas mesas.

O Aqueduto da Carioca, mais conhecido como Arcos da Lapa, foi construído no século XVIII para levar água do rio Carioca, no alto de Santa Teresa, para a população da cidade. Sua arquitetura em pedra e argamassa, em estilo romano, deve ter sido um desafio monumental na época de sua construção, antes da existência do concreto.

O aqueduto possui 270 metros e é formado por 2 arcadas com 42 arcos, com uma altura de 17,6 metros, e foi desativado no final do século XIX, quando as águas do rio Carioca se tornaram insuficientes para abastecer o aqueduto e novas fontes de água foram utilizadas. Hoje o trânsito local passa sub arcos.

Em 1896 os arcos foram adaptados para servir de ponte para o bondinho e transportar passageiros do bairro de Santa Teresa, no alto do morro, ao Largo da Carioca no centro da cidade.

Os bondes são elétricos e são os únicos ainda em uso no Rio de Janeiro.

O bairro da Lapa é uma das referências da vida norturna carioca. Na vizinhança também há antiquários, vários bares e casas de roda de samba, sempre muito animadas, nas ruas Lavradio, Mem de Sá e Riachuelo.

Durante o ano, alguns espetáculos de teatro, circo e concertos musicais são realizados na praça Cardeal Câmara. A Sala Cecília Meireles fica na região e é considerada a melhor casa de concertos de música de câmera do Rio.

Vale ressaltar que apesar das melhorias realizadas na região, ainda é necessário tomar os cuidados básicos com a segurança.  Resumindo: não dê bobeira, mas aproveite!

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