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Quem vai pela primeira vez a Nova York sempre ouve a “dica” do passeio de barco que leva à estátua da Liberdade. Como já tinha feito este tour em outra viagem, decidi fazer o Harbor Lights Cruise, um dos cruzeiros da Circle Line com 2 horas de duração ao redor do sul de Manhattan.

O ponto de partida é o Pier 83, bem em frente a Rua 42, no lado oeste da ilha. O horário varia de acordo com a época do ano. No verão, que é o melhor período para aproveitá-lo, começa entre 18 e 19 horas, sempre ao cair da noite.

Os ingressos podem ser adquiridos pela internet (será necessário trocar o voucher pelo tíquete de embarque), mas também dá para comprar na hora, chegue 30-45 minutos antes para garantir.

Como chegamos em cima da hora, quando embarcamos a parte aberta do deck superior já estava lotada e ficamos na parte interna. Mesmo nesta área fechada dá para ver todo o percurso tranquilamente e você pode sair quando quiser para observar algum ponto de interesse. No final foi bom, pois o frio e o vento estavam fortes e logo as pessoas que estavam fora começaram a entrar e não havia lugar para todos sentarem. :)

O barco zarpou em direção ao sul de Manhattan pelo Rio Hudson e logo vimos o famoso Concorde da British Airways, que fez o último vôo comercial em 24 de outubro de 2003 e está exposto no The Intrepid Sea, Air and Space Museum. Bem ao lado dele há um enorme porta-aviões.

Um dos vários ferries que navegam pelo Rio Hudson, próximo ao Financial District.

O barco passa bem perto da Ellis Island, onde fica o histórico centro de imigração e da Liberty Island, onde está a estátua da Liberdade.

Na altura do Battery Park e Whitehall Terminal surgiram as primeiras luzes.

Passando pela Brooklin Bridge, ainda com apenas alguns pontos de luz.

Uma névoa começou a cobrir a cidade, mas dava para ver o Empire State Building, o Chrysler Buiding e o prédio das Nações Unidas, o mais iluminado. Neste ponto o barco dá uma volta e inicia o retorno (ele não faz nenhuma parada durante o trajeto).

O acender das luzes é sensacional! Uma ótima maneira de aproveitar o final da tarde em Nova York.

O pier 47 cercado pelos arranha-céus da cidade.

Novos edifícios do World Trade Center, onde ficavam as torres gêmeas.

Mesmo com o frio e a névoa que cobriu parte da cidade, foi super bacana fazer o passeio de barco e apreciar a mudança na paisagem com as luzes de Nova York se acendendo.

No inverno eles não operam este passeio, mas oferecem outro com saída às 16h, e como escurece mais cedo é possível apreciar a cidade iluminada.

O Metrô mais próximo é o da 42nd St com 8th Avenue e também passam ônibus e táxis por lá.

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Outro nome para este post poderia ser: “SUPERGÊMEOS ATIVAR!”

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Como nosso hotel não tinha café da manhã incluído na diária, cada dia fomos a um lugar diferente. Um dos escolhidos foi o Le Pain Quotidien (em português, o pão diário), uma padaria que serve sofisticados sanduíches, quiches e produtos orgânicos, além de deliciosos pâtisseries e pães.

O Le Pain Quotidien é uma rede belga com filiais em diversas partes do mundo, como Madri, Londres, Paris, Munique e Zurique.

A rede surgiu em Bruxelas em 1990 sob o comando do chef Alain Coumont.

O ambiente é marcado por grandes mesas coletivas de madeira, que estimulam a socialização dos consumidores ao compartilhar o espaço. A intenção é que mesmo em uma grande cidade, as pessoas se lembrem que vivem em comunidade.

Se não for o seu estilo, não tem problema, também existem as mesas tradicionais.

Nas prateleiras podem ser encontrados produtos orgânicos como temperos, geléias, mel, chás, cafés e chocolates.

Os pãesdoces são expostos na vitrine e no balcão, compondo a decoração do local que atrai o olhar dos clientes.

Todas as bebidas do cardápio são orgânicas. Pedi um chocolate quente. O leite espumado veio numa xícara sem alça e o chocolate num pequeno bule para que fosse misturado na mesa. Uma delícia!

Para provar os diferentes pães, nada melhor do que o Organic Baker’s Basket: uma cesta com um mix de pão branco, integral, de grãos, cereais.

A cesta veio acompanhada de deliciosas geléias, chocolate (parecido com Nutella, mas bem melhor!) e manteiga.

Foi um café da manhã muito gostoso.

Há previsão de que a rede chegará ao Brasil em 2012, com a primeira unidade em São Paulo no novo Shopping Iguatemi JK.

Serviço
Le Pain Quotidien
New York – NY – USA

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Nova York tem vários lugares bacanas para passear e alguns deles juntam gastronomia e compras.

Queria visitar o Chelsea Market que fica numa antiga fábrica de biscoitos que foi revitalizada e hoje abriga um mercado com  restaurantes e diversas lojas, mas devido ao tempo, não consegui ir até lá.

Andando pela 23rd St, acabei encontrando o Eataly meio por acaso, quase na esquina da 5th Av e Madison Square Park. Já tinha lido algumas matérias sobre o local e queria conhecê-lo, mas não tinha anotado o endereço.

Com um pé na Itália e outro em New York, o Eataly é um mix de mercado gourmet de alimentos e vinhos made in Italy, com áreas para compras por todos os lados (com padaria, açougue, peixaria, bebidas, livros, itens de cozinha), para cursos (La Scuola di Eataly) e para comer (12 bares/restaurantes/sorveteria em diferentes especialidades). Por fora não dá para ter noção de como é grande.

É comum encontrar termos como incrívelimpressionante, maravilhoso e tentador para descrever o lugar; para os foodies é realmente uma perdição!

O nome faz um bom trocadilho em inglês com Itália e comer (“Italy is Eataly“) eYou are what you Eataly.

Ele foi inaugurado em 2010 e é um empreendimento de 3 famosos chefs de cozinha nos EUA, Mario Batali, Joe Bastianich, Lidia Matticchio Bastianich e o fundador do Eataly Oscar Farinetti.

O Eataly surgiu em Turim, na Itália, em janeiro de 2007, e hoje possui filiais em mais 5 cidades italianas, 4 no Japão e 1 em New York.

É um ambiente diferente e agradável (se você não se importar muito com multidões e filas, é claro!), bom para degustar produtos italianos em New York.

A descrição e a origem dos produtos é informada em pequenas placas, nas paredes e em painéis, destacando as características das diversas regiões do país e os produtores regionais.

Geralmente é bem cheio, principalmente no horário do almoço e aos sábados, o que pode exigir um pouco de paciência e disposição para conhecê-lo. As “lojas” e restaurantes são juntos, o que deixa o lugar um pouco confuso, pois se misturam ao mercado (são aproximadamente 5000 metros quadrados).

Numa área um pouco mais reservada está o o restaurante mais requintado e famoso do lugar, o único tradicional com serviço completo. Além das carnes, especialidade da casa, eles oferecem peixes e massa. Recomenda-se fazer reserva (dá para fazer pelo Open Table) pois suas mesas são disputadas e a espera pode ser longa.

Como não havia feito reserva, dei uma volta para ver onde poderia almoçar e optei pelo La Pizza & La Pasta, que fica próximo a padaria. Como o nome sugere, a especialidade são as pizza napolitanas e massas frescas.

As escolhas foram Spaghettone Cacio e Pepe ($14), uma massa al dente com queijo Lazzio e pimenta preta, que estava muito saboroso.

E um delicioso papardeli com ragú e pequenos pedaços de frango.

Bebi uma Moretti Bionda ($5), uma cerveja italiana muito boa que ainda não conhecia! Eles também oferecem vinho em taça e em garrafa.

Vale a pena provar também os doces. A dificuldade é escolher entre as belas opções.

Fiquei com vontade de conhecer melhor o Eataly e provar os outros restaurantes. Mais uma razão para voltar a NY.

E você já conhece o Eataly? O que achou do lugar?

Serviço
Eataly NY
200 5th AVENUE
New York, NY 10010
Entradas pela 5th Avenue e 23rd Street

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Fui à exposição do Harry Potter no Discovery Times Square achando que só encontraria crianças, mas foi exatamente o contrário. Quase não havia crianças. Mais de 1 milhão de pessoas já visitaram a exposição que começou em 2009 em Chicago, passando por Boston, Toronto, Seattle e New York.

A exposição começa com o Chapéu Seletor, onde os visitantes são convidados a sentarem-se num banco para que o chapéu diga qual a Casa indicada para ele, assim como acontece na história do bruxinho para todos os alunos que chegam a Escola de Hogwarts. Os 3 candidatos que se voluntariaram na visita em que eu estava disseram que queriam ir para Grifinória (a mesma do Harry, Rony e Hermione) e o Chapéu os “selecionou” para esta casa, para alegria de todos. =)

Uma montagem de vídeos com trechos dos filmes por todos os lados da sala faz o primeiro contato do público com os personagens da saga.

Na sequência há uma réplica da locomotiva que leva os alunos para a escola, e enfim, chegamos as dependências de Hogwarts: dormitórios dos estudantes, salas de aulas, professores, objetos mágicos, cadernos, livros, uniformes e diversos objetos. As bandeiras das casas de Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal ficam hasteadas. São cerca de 200 itens expostos.

O quarto de Harry e Rony Wesley é uma bagunça. A casa do Hagrid é gigante, como ele. O hipogrifo e outros animais fantásticos estão na Floresta Proibida.

Também estão na exposição a fênix Fawkes, Dobby, Dementadores e os vilões da história.

Gostei do herbário onde há uma mesa com vasos de mandrágoras, que são pequenos monstros que quando puxados do vaso, gritam. Engraçado.

Além das flâmulas e vassouras, a caixa com os materiais do quadribol tem rebatedores, goles e o pomo.

No Salão Principal de Hogwarts estão as roupas do Baile de Inverno de Hermione Granger, Rony Wesley, Krum e outros personagens.

Cada objeto é importante neste mundo imaginário criado pela escritora JK Rowling. Os detalhes foram meticulosamente cuidados para ser o mais real possível, dando vida a este universo mágico.

A exposição ficou em cartaz no Discovery Times Square até 5 de setembro de 2011, e será exibida em Sydney de 19 de novembro de 2011 a 18 de março de 2012.

* as fotos são do site da exposição, pois não é permitido fotografar.

Serviço
Harry Potter the exhibition
Discovery Times Square
226 West 44th Street (between Broadway & 8th avenues)
New York, NY

Powerhouse Museum – Science & Design
500 Harris St
Ultimo NSW 2007
Sydney – Australia
(02)9217 0111

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Sempre que o vulcão Vesúvio dá sinais de vida, a imagem associada é a de Pompéia, na Itália, a cidade que foi destruída em 24 horas e soterrada por cinzas e lavas de uma forte erupção há 2000 anos, no dia 24 de agosto de 79 DC.

*foto: divulgação - site da exposição no Discovery de NY

A exposição Pompéia vida e morte nas sombras do Vesúvio que foi exibida no Discovery Times Square de 4 de março a 5 de setembro de 2011 conta um pouco desta história.

A cidade que já tinha 700 anos quando foi dizimada era um pólo mercantil importante na região. Podem ser apreciados os afrescos que decoravam algumas casas, jardins, mosaicos, cerâmicas e jóias.

© William Starling, Photographer. Marble bust of a woman from A Day in Pompeii

Numa sala especial é exibido um filme que recria a destruição mostrando os estragos nas 24 horas. A sensação é que a sala vibra conforme aumenta a intensidade da erupção, assim como cresce o barulho e o calor.

Na seqüência, réplica de corpos feita pelos pesquisadores a partir do que foi encontrado tem posições curiosas, como pessoas amontoadas ou em escadas, por exemplo.

© William Starling, Photographer. Body cast of a young woman from A Day in Pompeii

Estima-se que viviam 25 mil habitantes na cidade. Os arqueólogos encontraram corpos de 1.100 pessoas.

Pompéia ficou esquecida por 16 séculos, até que no século 18 um agricultor encontrou as ruínas ao cavar um poço.

A exposição estará em cartaz a partir do dia 2 de outubro de 2011 no Museum of Science em Boston, até 12 de fevereiro de 2012.

Não é permitido fotografar.

Serviço
Pompeii the exhibit – Life and death in the shadow of Vesuvius
Discovery Times Square
226 West 44th Street (between Broadway & 8th avenues)
New York, NY

A Day in Pompeii
1 Science Park
Boston, MA 02114
Tel.: 1 617-723-2500
e-mail: information@mos.org

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Já tinha ouvido alguns comentários sobre o Butcher’s Market e fiquei com vontade de conhecê-lo. Instalado num pequeno galpão no Itaim Bibi, o local é inspirado nas hamburguerias americanas.

A fachada é simples e discreta. Se não estivesse procurando o número, talvez teria passado sem perceber. A parte interna também é rústica e tenta reproduzir o ambiente de restaurantes das áreas do Brooklyn e Meatpacking. Esta placa na porta apresenta a proposta do restaurante.

O chão é de cimento queimado, com iluminação baixa e muitos objetos vintage trazidos dos Estados Unidos. Para dar o clima de açougue (butcher’s market, em inglês), há ganchos pendurados no teto, facões e moedores de carne. Pinturas de peças de carne estão espalhadas pelas paredes, assim como o cardápio e sugestões escritas em giz. A cozinha é aberta e dá para vê-la do salão.

O cardápio não é extenso. O destaque são os hambúrgueres feitos com ingredientes produzidos pela própria casa. Fiquei tentado a provar o Pork Bun (pão chinês cozido no vapor, recheado com carne de porco, pepino agridoce, cebolinha e molho coreano à base de pasta de feijão), mas achei melhor deixar para comer este prato num restaurante chinês. Pedi de entrada a tradicional batata frita, que chegou a mesa fininha e crocante.

Na sequência a escolha foi o Mushroom Burger – hambúrguer de 180 g com cogumelos salteados, queijo mussarela (R$ 27), que veio no ponto certo e com a carne bem saborosa. Os champignons também estavam gostosos.

De sobremesa a pedida foi o Icecream Sandwich, um sanduíche com 2 cookies de chocolate (1 de chocolate e 1 tradicional) e recheio de sorvete Häagen-Dazs (R$ 17). A apresentação poderia ter uma apresentação mais bonita. Como o cookie estava um pouco duro, foi difícil comer sem “destruir” o doce.

Como cheguei cedo (logo que abriu), estava vazio e foi enchendo aos poucos. O atendimento foi bom, até divertido (a atendente havia decorado a descrição da sobremesa, e quando fiz uma pergunta, ela se perdeu. rs…).

Serviço
Butcher’s Market
R. Bandeira Paulista, 164 – Itaim Bibi
São Paulo – SP – Brasil
Tel: (011) 2367-1043

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